sábado, 23 de julho de 2016

Liga da Justiça | Veja o primeiro teaser trailer

Durante o painel da Warner/DC na San Diego Comic-Con (SDCC) foi liberado o primeiroteaser trailer de “Liga da Justiça“. Veja:
Alguns minutos antes da exibição do trailer, a DC/Warner soltaram na web a primeira imagem do time inteiro reunido (inclusive o Superman), mostrando em detalhes (clique na imagem para ampliar) os uniformes dos protagonistas:


Motivado por sua fé restaurada na humanidade e inspirado pelo ato altruísta do Superman, Bruce Wayne consegue a ajuda de sua mais nova aliada, Diana Prince, para enfrentar um inimigo ainda maior. Juntos, Batman e Mulher Maravilha trabalham rapidamente para encontrar e recrutar um time de meta-humanos para combater uma renascente ameaça. Mas apesar da formação dessa liga de heróis sem precedentes – Batman, Mulher Maravilha, Aquam, Ciborgue e Flash, pode ser muito tarde para salvar o planeta de um ataque de proporções catastróficas.

Ben Affleck e Gal Gadot retornam como Batman e Mulher Maravilha, para recrutar os heróis Aquaman (Jason Momoa), Flash (Ezra Miller) e Ciborgue (Ray Fisher). J.K. Simmons (“Whiplash”) será o Comissário Gordon e Willem Dafoe “(De Volta ao Jogo”) fará um personagem ainda não divulgado.

Zack Snyder retorna como diretor, com um roteiro assinado por Chris Terrio (“Argo”). “Liga da Justiça” tem data de estreia marcada para 16 de novembro de 2017 no Brasil.

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Tickle Head, O Melhor Lugar da Terra - BOM D+







The Grand Seduction é um remake do filme canadense La grande séduction, de 2003, e é uma coprodução americana e canadense. A simples trama acompanha a simplória e entediante vida dos moradores da enseada Tickle Head, que vivem pacatamente recebendo auxilio do governo depois que a pesca, única fonte de renda do local, foi proibida.

Para o vilarejo ‘voltar a viver’ ele necessita de um médico residente, que servirá para assegurar a instalação de uma importante fábrica na região. Quando surge um candidato ao posto, todos os moradores passam a adotar métodos para seduzir o doutor a se instalar definitivamente na cidade.



O filme já começa conquistando o espectador com a fascinante paisagem litorânea de Tickle Head, maravilhosamente capturada pelo cinematógrafo Douglas Koch. Esse detalhe somado ao enredo extremamente simpático, que mostra de maneira leve e cômica as estratégias de sedução do povo da enseada, tornam tudo ainda mais cativante. Méritos para o diretor Don McKellar.



O sempre competente Brendan Gleeson, dá mais um show na pele de Murray French, que se torna uma espécie de prefeito/líder do vilarejo. O tal médico é vivido por Taylor Kitsch, que aparentemente encontrou seu rumo e agora escolhe melhor seus papéis. No elenco de apoio se destacam Mark Critch e Gordon Pinsent, que servem como os alívios cômicos mais contundentes.

a qualidade da obra que se desenvolve de maneira natural e divertida. The Grand Seduction não é nenhuma obra prima, mas a sua história interessante aliada a uma ótima execução garantem um passatempo leve e gostoso de assistir.

terça-feira, 31 de maio de 2016

Resenha de Clube da luta




Um dos melhores finais de todos os tempos. Fight Club (Clube da Luta) ou simplesmente Projeto Caos, conta a história de um jovem (Edward Norton), que após se tornar um indivíduo consumista, participante de uma sociedade repleta de regras, atinge o limite máximo que sua mente consegue suportar. Tornando-o uma pessoa despedaçada, que sofre física e psicologicamente e que por conta disso, não dorme há seis meses.

"Estamos na primeira fila neste teatro de destruição em massa. O Comitê de Demolição do Projeto de Destruição amarrou as fundações de 12 prédios com explosivos. Em dois minutos, uma cadeia de explosões vai se iniciar, e alguns blocos serão reduzidos a uma pilha de entulho.

Eu sei disso porque o Tyler sabe.

De repente eu me toquei de que tudo isto, a arma, as bombas, a revolução tem tudo a haver com uma garota chamada Marla Singer."

E é ai que a história começa.

"Com insônia, nada é real. Tudo é longe. É tudo cópia de cópia e de cópia."

Para se livrar da insônia e voltar a ter sua vida consumista e "feliz", ele começa a frequentar grupos de ajuda para pessoas com doenças crônicas. E ao se deparar com o sofrimento de outras pessoas, ele começa a sentir um estado de anestesia de seu próprio sofrimento, o que levou a cura-se da insônia. Afinal, temos a tendência de nos sentirmos superiores quando encontramos pessoas com problemas maiores que os nossos. O que faz nos sentirmos fortes e confortados.

Porém, eis que surge Marla Singer (Helena Bonham Carter), uma garota tão destruída quanto ele, e que era um espelho da sua mentira. Ela também não tinha doença alguma, e isso se tornou uma tortura para ele, pois ela passou a ser uma ameaça ao "disfarce" que ele havia criado.

“Eu sou a vida desperdiçada de Jack”

O filme em si, faz uma crítica sobre o sistema capitalista em que vivemos, onde somos avaliados pelo que temos, e não pelo que somos. E é onde o conformismo e consumismo o tornaram alguém despedaçado. Ele se vê manipulado pelo sistema em que vive, porém, o medo de fazer algo diferente o força a procurar dentro de si quem ele tanto queria ser. Eis que então surge Tyler Durden (Brad Pitt), um homem sem medo, sem distrações. Um homem que não se importa em dizer e viver a verdade, que não se apega a riqueza material. Ou seja, tudo que ele queria ser.



Ele, então, passa a ser manipulado por sua mente, onde ele e Tyler entram em uma nova fase de terapia: Lutar, bater, apanhar. Sem nenhuma finalidade, apenas para sentimento de liberdade, expelindo angústias e frustrações Surgindo assim, o "Clube da Luta". Mas ao passar do tempo, o Clube da Luta vai ganhando proporções elevadas, e mais perigosas. Então Tyler torna o Clube da Luta em "Projeto Caos" (ou Projeto Destruição). Onde ele acaba não entendendo a filosofia desse projeto, nem a ideia de Tyler, e se rende aos caprichos do seu "eu".

O filme "Clube da Luta" traz parar o expectador, uma mensagem forte e extraordinária. Fazendo as pessoas se autocriticarem, pesando as conclusões e reflexões impostas pelo filme. Esse é muito mais que um filme, é uma filosofia, uma escola repleta de ensinamentos e reflexões. Onde cada pessoa pode interpretar de uma forma, e aprender mais, cada vez que assiste!

Creio que cada um tem dentro de si, um "eu", um "Tyler", que reflete exatamente o que queríamos, mas por medo, acabamos não sendo. Afinal, não somos o nosso emprego, nem o dinheiro que temos no banco, nem o carro que dirigimos.Muito menos as calças que vestimos; somos da mesma matéria orgânica e podre, como todo mundo.

Só seremos livres de verdade, após perdermos tudo. Pois então não teremos o que perder, e enfim, encontrar-nos-emos livres.

domingo, 8 de maio de 2016

Capitão América: Guerra Civil - Muito trovão para pouca chuva!



Capitão América: Guerra Civil se passa em um momento pós ataque de Ultron, quando o mundo se vê preocupado com as proporções do caos e destruição causados para salvar uma Cidade/País/Planeta. Danos esses, muitas vezes irreversíveis com mortes de pessoas inocentes.

Tony Stark (Robert Downey Jr.), o Homem de Ferro, recebe a proposta de se “redimir” pelos seus atos, se tornando um “subordinado” da ONU e agindo em prol das vontades dos governos que à compõe. Todo e qualquer ato dos Vingadores deve ser ditado pela ONU e somente por ela, sem ações próprias ou secundárias.

Steve Rogers (Chris Evans), o Capitão América, não concorda com os termos apresentados e, por não assinar o acordo, se torna um “fora da lei”.

Começa o conflito entre os heróis. Não tem como ser, o tempo todo.

No meio disso, estão os personagens já conhecidos dos filmes anteriores como Viúva Negra (Scarlett Johansson), Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), Visão (Paul Bettany), Falcão (Anthony Mackie) e Máquina de Combate (Don Cheadle). Junto com outros não-Vingadores, como o estreante Pantera Negra (Chadwick Boseman), Homem-Aranha (Tom Holland), Soldado Invernal (Sebastian Stan) e Homem-Formiga (Paul Rudd).

O filme é intitulado de “Capitão América”, mas posso dizer que se trata de uma história paralela do universo dos Vingadores, pois traz à tona muitos outros personagens fortes e marcantes e cada um com sua história pessoal, todas bem encaixadas no roteiro, fazendo tudo ser bem natural aos espectadores.



Quando assisti ao trailer, tive um misto de sensações.

A primeira foi: “Cadê o resto? ” – E então lembrei do Deadpool, ainda fresco na memória depois do filme recém-lançado, dizendo para mim “Ahhh, foi falta de verba, por isso não contrataram mais heróis para o filme! ”.

E depois foi: “Uaaaaau! OLHA esse Pantera Negra! ”.


Sobre o Homem-Aranha.
Eu sei que muita gente espera assistir o filme só por causa desse personagem. Mas gente, calma! Do mesmo jeito que ele aparece, ele desaparece. O que o torna só mais um coadjuvante na história toda, até porque a briga não é nem dele. Com certeza, ele cumpriu bem seu papel em fazer o publico rir. E só. Não esperem mais que isso do pobre garoto, por enquanto.

Mesmo para quem está iniciando suas aventuras dentro do Universo Marvel, Capitão América: Guerra Civil é um filme que envolve e prende sua atenção pelas 2h30 de filme. Cumpre seu papel de iniciar uma nova história, uma nova fase mais madura, eu diria, traz bons momentos de descontração e recebe bem a chegada dos heróis não tão conhecidos, que vai fazer você querer revê-los o mais breve possível.

O próximo filme que dará continuação à saga está previsto para 2018! Até lá, aconselho a assistir novamente Capitão América: Guerra Civil, afinal, este é um filme rasurável, mas, que ainda assim, pode perder facilmente seu posto de “queridinho das bilheterias” para outros filmes de peso que estão por vir.

domingo, 13 de março de 2016

Caçadores de Emoção – Além do Limite: Vale muito a pena



Nova versão do sucesso de 1991, Caçadores de Emoção – Além do Limite acerta no visual, e conta uma nova historia, que agrada amantes dos esportes radicais.

As imagens em 3D de Caçadores de Emoção – Além do Limite (2015) são impressionantes. Para quem curte esportes radicais, é um programão. A superprodução acompanha atletas muito feras que realizam uma proeza chamada 8 de Ozaki, uma série de oito desafios que honram as forças da natureza. Um detalhe: isso não existe, foi inventado pelos roteiristas para justificar sensacionais sequências de surf de ondas gigantes, wing suit, snowboard, escalada livre em rochas e motociclismo de alta velocidade.

O grupo de atletas, contudo, é também responsável por uma onda de crimes mirabolantes, roubos ousados cujo objetivo é mais filantrópico que lucrativo. E aí entra em cena o protagonista Utah (Luke Bracey, de O Melhor de Mim), um ex-atleta radical traumatizado por um acidente no passado, que tenta entrar nos eixos como agente do FBI. Suas habilidades esportivas se mostram úteis quando se candidata para investigar o caso, o que inclui se infiltrar na turma liderada por Bodhi (Édgar Ramírez, de Joy: O Nome do Sucesso).



A ideia é boa e deu muito certo em 1991, na produção homônima dirigida por Kathryn Bigelow (que em 2009 ganharia o Oscar por Guerra ao Terror) e estrelada por uma dupla de galãs: Patrick Swayze, recém-saído de Ghost: Do Outro Lado da Vida (1990), e Keanu Reeves, que em seguida viraria astro comDrácula de Bram Stoker (1992) e Velocidade Máxima (1994). A diferença entre o original e essa refilmagem é que o primeiro era um policial legítimo, focado na investigação dos roubos a banco e no fascínio que o surfista filósofo feito por Swayze exerce no infiltrado Reeves. Sim, porque o bando era de surfistas apenas e, além das ondas gigantes, a única variação esportiva ali era o paraquedismo.

Agora a intenção é outra, e não só pela variedade de modalidades, porque o enredo alterna as cenas esportivas com momentos contemplativos e diálogos rápidos. A investigação criminal e fraca mais quem se importa? Quando vai para o radical ''inova''. A dupla Bracey e Ramírez tem carisma. Veja o filme sem comparar com o antigo, principalmente a parte do romance que quase não existe.
Ja vi muitas criticas negativas do filme! so que os críticos que falam mal do filme dão notas 10 para filmes como (Birdman A Inesperada Virtude da Ignorância), (Spotlight - Segredos Revelados), (O Artista) e o pior de todos (Argo), Então francamente VTC.......filme para ganhar premio tem que ser chato?

quarta-feira, 2 de março de 2016

Critica de Deadpool







As risadas não faltam, ao menos: como o personagem-título, o roteiro de Deadpool atira para todos os lados. Há piadas ruins, infames, engraçadas, de rolar de rir, deboche afiado, deboche infantil — tudo mesmo. Nesse quesito, poucos personagens de quadrinhos tiveram a essência tão preservada em uma adaptação para cinema. Convenhamos, o Deadpool merecia depois do que foi feito com ele em X-Men Origens: Wolverine; aqui Ryan Reynolds está no comando e faz o que vinha prometendo fazer pelo Mercenário Tagarela. E é preciso tirar o chapéu para ele e para a Fox: não venderam gato por lebre, não colocaram um ator famoso que veste o uniforme por cinco minutos de filme e passa a próxima uma hora e meia sem a máscara (Sylvester Stallone fez isso em O Juiz, sua versão equivocada do Juiz Dredd, e o próprio Robert Downey Jr. não consegue manter o capacete fechado como Homem-de-Ferro por muito tempo). Em Deadpool, a maioria das cenas em que Ryan Reynolds mostra a fuça soam naturais, e a máscara é fantástica. Como o diretor me disse ao entrevistá-lo, por telefone, em novembro, a ideia era fazer com que fosse possível notar o rosto e a interpretação de Ryan Reynolds. Pois, de fato, a máscara cumpre um objetivo assombroso: é o rosto do ator ali, sem que ele precise tirá-la.

Em termos de trama, Deadpool não complica: Wade Wilson é um mercenário e assassino de aluguel que descobre ter um câncer, aceita uma proposta meio suspeita de cura através de poderes especiais, ganha os tais poderes e vira um hambúrguer humano, e vai atrás de quem fez isso com ele. Nem o projeto Arma X propriamente dito entra em jogo, ainda que haja a presença de dois X-Men: Colossus (em um CGI ruim de 20 anos atrás) e Míssil Megasônico Adolescente (que merecia muito mais espaço pela caracterização), que caem de paraquedas na história no estilo os-fãs-vão-entender-e-dane-se. A brasileira Morena Baccarin (em cenas quentes que prometem ficar quentíssimas na futura versão do diretor) faz o par romântico, e Gina Carano entra muda e sai calada como Angel Dust.
                     
Ate Hugh Jackman comenta crítica feita por Deadpool sobre filme do Wolverine ser “queda de carreira”.
Hugh Jackman acabou por assistir ao vídeo com a alfinetada e disse ao Yahoo! Movies: “Eu amei! Foi brilhante. Quer dizer, eu amo o Ryan, ele é um ótimo colega. Ele é fantástico”.

Quem sai do tom mesmo é o vilão. É dito que um herói é feito pelo seu antagonista; talvez pelo Deadpool já ser um anti-herói, não faça tanta diferença que o vilão seja apagado, sem graça e mal construído: Ed Skrein como Francis/Ajax é péssimo. Para quem não liga o nome à pessoa, ele foi o substituto de Jason Statham no quarto Carga Explosiva e ator demitido de Game of Thrones (Skrein foi o Daario Naharis da terceira temporada, tendo sido substituído nas subsequentes).


para concluir a critica o fime e muito bom! vale a pena ve na telona.

domingo, 31 de janeiro de 2016

Meus Palpites do OSCAR 2016!!!



Melhor Filme
O Regresso


Melhor Diretor
Alejandro G. Iñárritu - O Regresso


Melhor Atriz
Brie Larson - Room

Melhor Ator
Leonardo DiCaprio - O Regresso


Melhor Ator Coadjuvante
Tom Hardy - O Regresso


Melhor Atriz Coadjuvante
Jennifer Jason Leigh - Os 8 Odiados


Melhor Roteiro Original
Alex Garland - Ex Machina


Melhor Roteiro Adaptado
Drew Goddard - Perdido em Marte


Melhor Animação
Divertida Mente


Melhor Documentário em Curta-Metragem
Chau, Beyond The Lines


Melhor Documentário em Longa-Metragem
Amy

Melhor Longa Estrangeiro
Mustang - França


Melhor Curta-Metragem
Everything Will Be Okay (Alles Wird Gut)


Melhor Curta em Animação
Prologue


Melhor Canção Original
"Writing's On The Wall" - Sam Smith - 007 Contra Spectre


Melhor Fotografia
O Regresso


Melhor Figurino
Mad Max: Estrada da Fúria

Melhor Maquiagem e Cabelo
O Regresso


Melhor Mixagem de Som
O Regresso


Melhor Edição de Som
Mad Max: Estrada da Fúria


Melhores Efeitos Visuais
Mad Max: Estrada da Fúria


Melhor Design de Produção
Mad Max: Estrada da Fúria


Melhor Edição
Mad Max: Estrada da Fúria


Melhor Trilha Sonora
John Williams - Star Wars: O Despertar da Força